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Desvendando os mistérios Pós-formatação.

Muitas pessoas resolvem por sí proprias formatar sua máquina, na maioria das vezes por questões financeiras. Porém deve-se tomar algumas precauções quanto a esse ato. A formatação em si é bem simples, bastando ler atenciosamente as instruções em seu monitor, mas os problemas podem começar após ela. Quando a formatação é concluída sua máquina reinicia automaticamente, a primeira vista estará tudo certo, porém em pouco tempo é possível identificar erros, impossibilitando o desempenho geral de suas funções.
Os erros mais comuns após uma formatação são: a máquina ficar sem audio, não reproduzir vídeos, não reproduzir conteúdos em flash (ex: vídeos do You Tube), sua cópia do Windows não está validada, não consegue baixar e instalar programas da Microsoft nem acessar sites de certos antivirus e internet não funciona.

Bom, vamos por partes.

Antes de formatar, é preciso ter em mente que tudo e absolutamente tudo será perdido. Sendo assim antes de qualquer coisa deve-se fazer backup dos arquivos que não deseja perder.
Resolvendo os problemas.

A máquina está sem som, não reproduz vídeo e não aceita conexões de rede.
São três as alternativas para a resolução do problema:

I- É possível que na compra de sua máquina, tenha vindo o cd de sua placa-mãe. Se tem esse CD, é fácil a resolução. Neste CD estarão localizados todos os drivers de sua máquina, bastando apenas instalá-los.

II- Se não tem o Cd e já formatou a máquina, você precisa descobrir o nome de sua placa mãe, para isso instale o programa Everest. Após instalado e aberto ele logo exibira uma mensagem de que o produto é trial, não de atenção a isso e clique em OK. Feito isso, abrirá uma janela com várias opções, dentre elas a opção “placa mãe”, clique nesta opção, aparecerá mais opções e mais uma vez uma denominada placa mãe, clique nela e a janela abrirá exibindo dados de sua placa mãe, feito isso copie o nome da placa (importante: copie todo o nome, inclusive números). Após esse ato não será mais necessário o uso do programa (a menos que seja sua vontade), então se desejar já pode desinstala-lo. Com o nome da sua placa entre no site de seu fabricante e baixe os drivers e os instá-le.

III- Caso tenha tido o bom senso de não formatar sem salvar seus drivers, faça o download do programa Driver Genius. Este programa é capaz de salvar seus drivers antes da formatação. Porém para executar essa ação será necessário registrar o software.

Usando o Driver Genius: logo que abrir o programa clique em Backup no canto é a primeira opção. Ele fará uma rápida busca e oferecerá a opção de qual tipo de driver deseja salvar, é possível salvar todos os drivers instalados na máquina. Selecione o(s) tipo(s) de driver(s) que deseja salvar e clique em next. Após aparecerá uma tela com duas opções: “select backup type”, nesta selecione “Auto-instaler arquive”, a opção “Choose a place to save your drivers backup files” pede que você escolha onde deseja salvar o instalador, escolha um local de fácil acesso e de next, o programa fará o resto. Tudo que é preciso fazer agora é salvar o instalador criado pelo programa e executálo no Windows formatado.

A instalação dos drivers já está concluida, já é possivel acessar a internet, e executar midias audio e vídeo, porém não paramos por aqui. Abaixo a resolução dos outros problemas mais comuns.
Conteúdos em flash não são executados: você precisa simplesmente instalar o plugin Adobe Flash Player.

A cópia do Windows não está validada: como sabemos nem todos tem condições financeiras de adquirir um sistema operacional original, então fazem uso de cópias não autenticadas pela Microsoft. Para validar seu Windows execute os seguintes passos:

1. Vá em Iniciar > Executar

2. Digite regedit e clique em OK.

3. Já dentro do regedit, navegue até a chave:
HKEY_LOCAL_MACHINE\SOFTWARE\Microsoft\…

4. No painel à direita, clique duas vezes em OOBETimer

5. Na janela que foi aberta, apague qualquer valor e clique em OK. Feche o regedit

6. Vá novamente em Iniciar > Executar e dessa vez digite:
%systemroot%\system32\oobe\msoobe.exe /a

7. Na janela que foi aberta, escolha a opção Sim, desejo telefonar…

8. Na próxima etapa, clique no botão Alterar chave de produto.

9. Na etapa seguinte, digite a CD-Key:

THMPV-77D6F-94376-8HGKG-VRDRQ

e clique no botão Atualizar

10. Após clicar no botão Atualizar, o assistente para ativação voltará para a janela anterior, então, clique em Lembrar mais tarde e reinicie o Windows.

11. Reiniciado o Windows vá novamente em Iniciar > Executar e digite: %systemroot%\system32\oobe\msoobe.exe /a

Pronto, seu Windows está validado, porém mesmo assim é possível que não consiga instalar e acessar páginas de download de programas da microsoft, e nem de certos antivirus, isso ocorre devido há um erro de DNS, que ocorre quando o Windows não é original. Abaixo a resolução deste problema:

Vá em Início> Executar e digite “services.msc” sem as aspas e dê ok. Uma nova janela abrirá, clique em “Cliente DNS”, mais uma janela será aberta, e nesta deve aparecer duas opções “Parar e Reiniciar”, clique em Reiniciar o Serviço.
Pronto, agora sua máquina faz tudo o que faria se fosse formatada por um técnico.


Download dos programas indicados:

Driver Genius

Everest Ultimate

Adobe Flash Player

Downloads recomendados: é aconselhável o download de um navegador de internet veloz, como os citados abaixo:

Mozilla Firefox

Google Chrome

Opera



Também é extremamente recomendado a instalação de um bom antivirus:

Avira

AVG

Avast

NOD 32

Norton

Kaspersky



Nota: os 3 últimos são ótimos antivirus pagos, os demais são gratuitos.



by Matheus Ribeiro
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Imagens do MSN 2010 reveladas na internet

Supostas imagens caem na internet e trazem grandes novidades para o principal programa de mensagens instantâneas, inclusive uma possível convergência com Twitter e Facebook!

Se você achou as mudanças do Windows Live Messenger 2009 muito drásticas ou ainda não se acostumou com o novo visual, prepare-se para uma verdadeira revolução. O site Neowin divulgou a suposta interface da versão 2010 do programa de mensagem instantânea mais popular do mundo, e ele vem cheio de novidades.

O site agradece a um suposto informante anônimo que teria enviado as imagens para o site e, ainda de acordo com o Neowin,todas elas são verdadeiras, ou seja, realmente são screenshots do novo MSN e devem estar presentes no pacote de atualização dos programas da Microsoft – o chamado Wave 4.

As mudanças já são visíveis logo na janela de contatos, que foi ampliada para receber um campo destinado exclusivamente para as atualizações de seus amigos na Live, rede social da Microsoft. As mensagens de “Fulano ingressou na rede de Siclano”, situadas abaixo do nome de contato na janela de conversa da versão 2009, vão ser todas exibidas nesse novo espaço.


Mas, além de mostrar as novidades da Live, esse novo campo é destinado para a maior novidade do Windows Live Messenger 2010: atualizações de redes sociais como o Facebook e Twitter podem ser acompanhadas e feitas diretamente da janela do programa. Em resumo, a proposta da Microsoft com a nova versão do MSN é unir os maiores sucessos sociais da internet em apenas um lugar.

Mas as surpresas não param por aí. Ouvindo os apelos dos usuários, o MSN 2010 finalmente vai receber um sistema de abas, semelhante ao que já é oferecido pelo MSN Plus!. Com isso, você pode realizar múltiplas conversas em apenas uma janela, o que torna a utilização mais prática e organizada, além de pesar menos no computador.

Vale lembrar que isso ainda é especulação, já que a Microsoft não se pronunciou sobre a possível versão 2010.

Fonte: Baixaki

by Matheus Ribeiro
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Análise do Sistema Operacional da Google

Segundo um velho ditado popular, “a primeira impressão é a que fica”. Bem, se ele realmente estiver correto, não temos muitos motivos para ficar alegres após analisar pela primeira vez o Chromium OS, o sistema operacional desenvolvido pelo gigante Google.


Embora a empresa tenha deixado claro que não pretende, pelo menos nesse estágio do seu projeto, competir ou mesmo substituir os tradicionais sistemas desenvolvidos pela Microsoft e pela Apple, ainda assim não há como negar o desapontamento que tivemos ao testar o funcionamento do Chromium OS.


Antes de conferir a nossa análise, vale ressaltar um aspecto: a versão que tivemos acesso não é oficial e, por isso mesmo, não temos como afirmar que ela é final e não sofrerá mais mudanças antes do lançamento. Porém, excetuando-se a correção de alguns problemas, é difícil imaginar que teremos algo tão diferente do que vimos pela frente.

Um navegador com sistema operacional


Se fôssemos resumir em uma frase o que é o Chromium OS poderíamos utilizar esta do subtítulo para descrevê-lo perfeitamente. O novo sistema operacional nada mais é do que uma plataforma de suporte para execução do navegador Google Chrome.


Em outras palavras: depois de instalado o sistema operacional não espere ver aplicativos instalados ou mesmo se preocupar em baixar novos programas para começar a trabalhar. Todas as funções disponíveis estão online e podem ser acessadas à partir do Google Chrome.

O layout da tela inicial é extremamente simples: apresenta dezoito icones, com link direto para algumas das funções que o Google acredita serem as mais procuradas pelo usuários. A primeira linha exibe ícones para ferramentas de trabalho: Gmail, Hotmail, Yahoo! Mail, Google Calendar, Google Reader e Google Docs.


Na segunda linha o destaque fica para os links de informação audiovisual como YouTube, PicasaWeb, Hulu (TV online), Lala (música online) e Pandora (rádio online). Na terceira linha, ferramentas complementares de trabalho como Contacts, Calculator e To-do list. E, por fim, a última linha privilegia ícones de interação social e diversão como Books, Chess, Facebook e Twitter. Interessante notar que a própria rede social da empresa – o Orkut – ficou de fora.

Funcionamento e navegação


Não há nenhuma função diferenciada para os usuários do Chromium OS. O funcionamento do sistema operacional seria exatamente igual se você estivesse com o Windows ou Linux instalados e navegando na web por meio do Google Chrome.


Assim como já é possível personalizar o seu navegador com todas as opções online que o Google oferece, da mesma forma você pode fazer o mesmo no novo sistema operacional. A grande diferença aqui fica por conta da aposta na chamada “computação em nuvens”, uma tendência da internet para o futuro. Em resumo: não há nenhum aplicativo instalado e também não é possível instalar nada nele.

O Chromium OS será revolucionário?

Depende. Nesse campo, fazer qualquer afirmação positiva ou negativa nada mais seria do que mera especulação. Há uma tendência na internet que, no futuro, cada vez será menor a quantidade de informações armazenadas no seu computador. Em contrapartida, como já acontece hoje em dia, é cada vez maior o espaço virtual disponível para hospedar arquivos e mesmo executar aplicativos.


Agora, imaginar que da noite para o dia o usuário assimilará essa mudança, aí sim, é algo descabido – e não é essa a proposta do Google. Por isso, antes de qualquer afirmação que se possa fazer sobre o futuro do Chromium OS, é importante desmistificarmos algumas questões.


O Chromium OS não é Linux e não é o Android. O Linux apenas empresta o seu kernel para servir de base ao código do novo sistema operacional. Da mesma forma, o Android é um sistema para dispositivos móveis independente, e um não concorre de forma alguma com o outro e nem há algum tipo de similaridade.


Como já dissemos anteriormente, o Chromium OS não vai competir com o Windows e nem tem intenção alguma de rodar os aplicativos já existentes. A proposta é que tudo funcione via web e, por isso, não há a mínima intenção que, no futuro, novos aplicativos sejam instalados ou desenvolvidos para ele. Por fim, não há previsão oficial do lançamento. Boatos dão conta que apenas no final de 2010 ele estaria disponível no mercado para download.

Quer testar o SO da Google?

É possível fazer o seu download apartir deste link. Porém a fonte não é 100% segura, ficando por sua conta em risco.

Fonte: Baixaki

by Matheus Ribeiro


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Como recuperar sua conta do Google

Esqueceu senha, nome de usuário, frase secreta ou teve sua conta invadida? O Google oferece um formulário de recuperação.


Os serviços do Google estão assustadoramente cada vez mais indispensáveis, tanto para usuários comuns como para usuários corporativos. Com isso, muitos problemas são resolvidos e novos aparecem. Um dos que mais cresce entre todos os usuários é a perda de dados da conta, ou da própria conta, devido a diversos fatores, como esquecimento de senha ou nome de usuário, ou mesmo invasão da conta por pessoas ou programas mal intencionados. Seja qual for o caso, o Google possui uma página de recuperação, que contém um formulário a ser preenchido com o máximo de informações que o usuário lembrar.

Nossa memória costuma aplicar golpes em nossa percepção. De repente, você pode se esquecer de alguma senha ou nome de usuário. A grande quantidade de serviços que utilizamos na internet e as diferentes políticas de criação de nomes de usuário e senhas acabam fazendo com que tenhamos que memorizar muita coisa, fazendo com que acabemos por esquecer detalhes importantes. No caso do Google, você pode entrar na página de recuperação de contas para tentar resolver o caso.

Contas do Google

Antes de qualquer coisa, se o seu problema é de esquecimento de senha, vale a pena tentar acessar a página de recuperação de senha, que enviará um e-mail para o seu endereço alternativo cadastrado, contendo a senha. Se esse não é o caso ou se não foi possível recuperar a senha com o procedimento, parta para o próximo passo, que é preencher o formulário de recuperação de conta. Você deverá, no mínimo, fornecer um endereço de e-mail alternativo para que o Google entre em contato para tratar da sua solicitação, escolher a categoria do problema (redefinição de senha, conta invadida ou outros), responder se o Gmail é usado na conta perdida, fornecer uma data aproximada de criação da conta e digitar a última senha que você lembra.

Página de recuperação de conta.

Se você não lembrar ou não souber de alguma das informações obrigatórias, não será possível avançar para o próximo passo. No caso da data de criação da conta, preencha com uma data aproximada, caso você não lembre a exata. De qualquer forma, é importantíssimo que você preencha todas as informações pedidas no formulário, pois isso facilitará o trabalho do Google na tentativa de identificar o usuário e recuperar seus dados. Se o serviço suspeitar de qualquer informação dada, sua conta não será devolvida. Dependendo das opções que você selecionar, o formulário mudará para adaptar as perguntas aos serviços que você utiliza, por exemplo.

Dicas para não acontecer novamente

xmarksPerder dados não é nada agradável. Para não deixar mais que isso aconteça, você pode tirar proveito de muitas ferramentas disponíveis na internet, como complementos de navegador e programas para guardar senhas e nomes de usuários. O Xmarks (antigo Foxmarks), por exemplo, é um serviço online de backup de senhas e favoritos. É possível instalar um complemento tanto no Internet Explorer, quanto no Firefox, que salva todas as suas senhas de forma criptografada nos servidores do serviço, para que você as acesse de qualquer local e não precise mais lembrar a cada momento em que for utilizar os serviços que necessitam de login e senha.

Além de perder senhas de sites, alguns programas, como os mensageiros instantâneos podem causar dores de cabeça se você esquecer sua senha de acesso. O Baixaki possui uma categoria só de programas de gerenciamento de senhas. Acessá-la é uma ótima ideia para encontrar uma ferramenta que se encaixe na sua necessidade.

É praticamente impossível encontrar um navegador que não possua gerenciamento de senhas, por pior que ele seja. O Firefox e o Internet Explorer têm essa função desde os tempos em que a internet era considerada só uma “moda passageira”. Portanto, se você não confia ou prefere não instalar serviços de terceiros para gerenciar suas senhas, ambos os navegadores podem ser utilizados para isso (apesar de o gerenciamento de senhas do Internet Explorer não ser dos melhores).

Fonte: Baixaki

by Matheus Ribeiro

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Teste de Performance: Windows 7 Versus XP e Vista


Descubra quais deles se saíram

melhor

em testes de velocidade e

estabilidade

relacionados a tarefas cotidianas.


Muitos usuários já devem saber sobre o lançamento da versão RC (candidata ao lançamento) do Windows Sete e devem estar se perguntando se vale a pena usá-la, se ela não vai travar demais, entre outras tantas perguntas. Pensando nisso, o Baixaki resolveu realizar testes de desempenho no Windows Sete, XP e Vista, para então, compará-los e mostrar os resultados a vocês. Pois, dessa forma, você poderá ter uma ideia melhor na hora de adquirir um desses três sistemas operacionais.

Procedimentos

Os testes realizados envolvem basicamente a velocidade com a qual certas tarefas são executadas e a estabilidade do sistema, ou seja, o quão bem ele é capaz de suportar tarefas cotidianas de usuários convencionais.

Os computadores nos quais os testes foram feitos possuem configurações similares, uma vez que na redação do Baixaki basicamente todos os computadores são iguais, exceto pela parte do sistema operacional. Apesar disso, todos são da versão 32-bits e possuem o último Service Pack (XP e Vista).

Testes de velocidade

Para avaliar a velocidade das tarefas testadas nós cronometramos o tempo para que ela fosse executada do início ao fim. Além disso, em todos os sistemas operacionais, procuramos deixar os testes iguais, ou seja, para avaliar a velocidade com a qual uma tarefa se realiza, abrimos exatamente os mesmos programas em todas as versões testadas antes do teste. Para que, dessa forma, pudéssemos calcular as velocidades após certo tempo de uso, e não a partir da inicialização do sistema.

Velocidade de boot

Ou seja, a velocidade para se reinicializar o sistema operacional. Para não realizarmos este teste assim que o computador foi ligado, optamos por abrir alguns programas antes, para então dar a ordem de reinicialização e, imediatamente a partir dela, iniciar o cronômetro, parando-o somente quando a tela de login estiver totalmente carregada.

Como você pode bem reparar, o Windows Sete foi quem melhor executou essa tarefa, seguido do XP e do Vista. Vale a pena destacar que o tempo decorrido para efetuar o login totalmente aconteceu em uma proporção parecida, sendo o Vista aquele que mais demorou em efetuar a tarefa.

Velocidade para desligar

Aqui avaliamos o tempo decorrido desde a ordem de desligamento até o momento no qual o computador estava totalmente desligado. Os programas escolhidos para serem abertos, tanto neste teste como no anterior, foram: uma página no Internet Explorer, Windows Explorer, MSN e Skype conectados, e um documento no Excel, sendo que todos estavam abertos no momento da ordem de desligamento.

Como se vê, o Windows Vista compensa a sua demora em inicializar com a agilidade ao ser desligado, sendo desta vez o XP o mais demorado, enquanto o Sete continuou no meio termo.

Velocidade de recuperação após “travamento” total


Entenda por “travamento total” aquele momento no qual o ponteiro do mouse para totalmente de se mover, ou seja, ele trava (ou congela). Neste teste tivemos que submeter os sistemas operacionais avaliados a tarefas absurdamente intensas, com a intenção de fazê-los não “aguentar o tranco”, para enfim, podermos calcular o tempo necessário para que eles voltassem a permitir movimentos do ponteiro do mouse.

Para travarmos os sistemas operacionais, tivemos que abrir diversas imagens pesadas (algumas chegando a 30 MB), navegadores (FireFox e Internet Explorer) com mais de 30 abas abertas cada um, algum jogo pesado aberto (como o PES 2009), assim como vários programas da Adobe (Photoshop, Bridge, Flash Professional, entre outros). Além desses citados, também foram abertos diversos outros, tantos quantos estivessem instalados no computador, desde o Microsoft Word até Karspersky durante uma varredura completa.

Este certamente foi o teste mais difícil e demorado, pois precisamos baixar diversos programas pesados e instalá-los, além de ficar abrindo-os de diversas formas e diferentes quantidades até fazer o computador travar. O detalhe é que demoramos mais de duas horas para fazer o Windows XP travar, sendo que quando finalmente conseguimos tal façanha, o “travamento” não durou mais do que poucos segundos. Já nos Windows Sete e Vista a tarefa foi menos árdua, uma vez que já tínhamos uma ideia melhor sobre como proceder para alcançar nosso objetivo.

Neste teste, em geral, quem se saiu melhor foi o Windows Sete, porém, seguido de muito perto pelo XP. Enquanto o Sete e o XP competiam para descobrir quem demorava menos, o Vista resolveu “tirar uma soneca”, pois ficou basicamente 11 vezes mais tempo travado do que os outros dois.

Velocidade para abrir o “Gerenciador de tarefas”

Tal teste foi realizado juntamente com o anterior. Nele, simplesmente abrimos diversos programas, como já mencionado, e usamos o atalho “Ctrl + Shift + Esc” para abrirmos o “Gerenciador de tarefas” e calculamos o tempo demorado até ele ser exibido.

Seguindo quase a mesma linha, o Vista acabou sendo o que mais tempo demorou a executar a tarefa, seguido pelo Sete e pelo XP em relação à demora. Entretanto, continua a similaridade entre Sete e XP.

Estabilidade

Aqui procuramos analisar a capacidade dos Windows Sete, Vista e XP em executar tarefas simples do dia a dia de usuários convencionais. As tarefas realizadas foram: tocar algo no Windows Media Player, abrir o Internet Explorer com 10 abas e aguentar mais três janelas de conversação do Windows Live Messenger abertas.

Quantidade de memória RAM utilizada

Aqui devemos ressaltar que a versão utilizada do Windows Media Player testada no Windows Sete, foi a 12, pois ela já vem instalada com o sistema operacional. Já nos outros dois a versão utilizada foi a 11, entretanto, a diferença de memória RAM consumida individualmente pelo WMP em cada Windows foi irrelevante, ou seja, a diferença final dos resultados da tabela a seguir não provém do WMP, mas sim de outros fatores, como o número de processos abertos ao inicializar o computador, etc.

De modo geral a diferença final foi irrelevante para usuários com mais de 1 GB de memória RAM instalada. Ao contrário, usuários com 1 GB ou menos poderão considerar optar por outro Windows que não o Vista, uma vez que ele consome mais de 1 GB de memória RAM para executar as mesmas tarefas que os outros Windows.

Uso do processador

O presente teste foi realizado no mesmo contexto que o anterior, ou seja, 10 abas abertas no IE, WMP executado um arquivo de áudio e o WLM com três mensagens. A porcentagem de uso do processador é considerada relevante aqui porque quanto mais seu processador for utilizado, maior a probabilidade de seu computador ficar lento e começar a travar. Ou seja, este teste define o quão bem seu processador aguenta executar as tarefas acima e qual a sua chance de travar ou ficar lento.

Como visto no gráfico acima, a diferença acabou não sendo tão relevante. Isso provavelmente porque os processadores utilizados são bastante similares, aguentando assim, o mesmo trabalho.

Conclusão

O Baixaki fez uma média com os dados obtidos, agora é a vez de vocês analisarem e chegarem às próprias conclusões. Não deixem de comentar!

Errata: os testes foram realizados em computadores de mesma configuração: Processador AMD 64 X2 Dual Core 4400+ de 2,3 GHz e 2GB de memória RAM.


Fonte: Baixaki

By Matheus Ribeiro
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Mito ou verdade: outros sistemas

são

mais seguros que o Windows?


O Windows é um sistema vulnerável? E outros sistemas estão a salvo de pragas virtuais? Não deixe de ler mais um artigo do Mito ou Verdade.


Caros leitores do ODM, vamos começar mais um artigo da série Mito ou Verdade com um assunto bastante controverso: o Windows é um sistema vulnerável? Não há vírus em outros sistemas operacionais? É o que este texto vai discutir com você.

A polêmica sobre este assunto é grande, então é arriscado assumir a responsabilidade de afirmar com todas as letras que isso é um mito ou verdade comprovada. Portanto, recomendamos a leitura deste artigo com atenção para que ele renda uma boa discussão entre vocês, usuários de qualquer sistema.

Vamos começar com uma breve “recapitulação”. Um vírus é um código que se aproveita de um software para entrar em ação e causar algum tipo de dano a um computador, dano esse que pode ser pequeno e irrisório ou catastrófico na pior das hipóteses. Vírus são criados por pessoas, usuários com diferentes motivações para tal: aprendizado, desafio, maldade pura para contemplar os estragos, enfim.


Quem é melhor vacinado?

Alguns mais, outros menos, mas nenhum sistema é totalmente seguro.É inegável que o Windows registra mais casos de ataques e ocorrências muito sérias de vírus, chegando ao ponto de empresas perderem milhões de dólares em prejuízo. Isso acontece por dois motivos principais: primeiro, levando em consideração as motivações que levam alguém a desenvolver um vírus, é claro que esse alguém vai preferir atacar um sistema operacional utilizado por quase 90% dos usuários de computadores.

O segundo motivo principal para o Windows encabeçar as manchetes negativas quando o assunto é vírus é a “simpatia” do sistema operacional da Microsoft. A verdade é que o Windows foi desenvolvido para ser amigável e prático para os usuários, e esta é até uma das razões para o sucesso dele.

O preço dessa postura de entregar “mastigado” o que for possível ao usuário abre brechas que malfeitores exploram. Um exemplo: a execução automática de processos e componentes sem que o usuário tenha conhecimento e, o que é mais grave, consentimento. Este é o preço da praticidade. As últimas edições do Windows são um pouco mais rigorosas neste aspecto, uma vez que o usuário define o nível de permissões para a execução de processos e arquivos executáveis, mas não como Linux e Mac OS.

Neste aspecto, é correto falar que o Unix – que é a base do Linux e Mac OS – é mais seguro, pois estes sistemas são mais rigorosos com a execução de processos e instalação de programas. O usuário precisa participar mais, precisa ter maior consciência sobre o que se passa no computador. Nada entra em execução sem que o usuário permita. Logo, Linux e Mac OS podem ser considerados mais seguros. A contrapartida é que muitas pessoas sentem a necessidade de permissão como empecilho, pois eles não querem ser interrompidos para permitir ou bloquear tudo que se passa no computador.

Não há sistemas blindados

Com maior número de usuários, claro que o Windows é mais visado.Podemos concluir que, quando o assunto é vírus, Linux e Mac OS são mais seguros que o Windows, mas não é uma espécie de mágica intransponível. Um exemplo de vírus criado para o Mac OS é o Leap-A. Criado em 2006, esta praga mandava mensagens automáticas para os contatos do iChat. No entanto, pouquíssimos computadores foram infectados.

Uma pesquisa da gigante de segurança McAfee aponta que as brechas de segurança do Mac cresceram 228% nos últimos três anos. Já no Windows, o aumento foi de 73%. Voltando ao raciocínio de um criador de vírus: por um lado, pode não valer a pena atingir um sistema que não é tão popular como o Windows; por outro, a fama de danificar um sistema considerado invulnerável é uma motivação. Soma-se a isso o fato de que a fatia de Linux e Mac já é maior do que anos antes, então não é exagero esperar que apareçam mais ameaças concretas para outros sistemas.

Outra razão para não se sentir totalmente blindado atrás de um sistema que não o Windows são as maneiras alternativas para disparar vírus ou prejudicar um usuário. Um exemplo são os phishings – páginas fraudulentas clonadas que roubam informações de login e senha de quem as acessa. Não importa o sistema operacional, a informação é passada pelo usuário e chega aos malfeitores de qualquer jeito.

Há registros sobre a facilidade de invadir um Mac.Já em termos de invasão, um Mac, por exemplo, pode ser tão vulnerável quanto o Windows, até mais. Em um concurso promovido em março de 2009, um hacker conseguiu invadir um notebook da Apple em 10 segundos. Antes da competição, o vencedor pesquisou o código do sistema e fez o alerta: o portátil seria um alvo fácil. O que este concurso pode indicar? Que é possível encontrar brechas de segurança através do extenso conhecimento de um sistema. Qualquer sistema.

Esta discussão não é definitiva. Usuários Windows defendem o sistema da Microsoft da mesma maneira que os usuários de Linux e Mac. Isso só leva a uma conclusão definitiva e indubitável: o melhor antivírus e antipragas de qualquer computador, com qualquer sistema, é o usuário.

A maioria – maioria mesmo, esmagadora – dos vírus aproveita a ingenuidade e desatenção dos usuários como o gatilho de qualquer praga. Seja através de um link contaminado, um anexo disfarçado ou uma página fraudulenta, é o usuário quem “convida o vírus para dentro de casa”.

Tenha sempre cuidado redobrado com os propagadores de vírus.

Independente do sistema operacional e do programa antivírus instalado, é a atenção do usuário que mantém um computador protegido de vírus. Os hábitos de execução de programas e navegação pela internet precisam ser observados e é fundamental ler com atenção todo tipo de conteúdo acessado.


Fonte: Baixaki

By Matheus Ribeiro